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domingo, 21 de novembro de 2010

Recordações de Infância







(Fotos Rabialba)
Porque há momentos de criança que nunca saem da nossa memoria. Há que resistem a passagem do tempo. Há vivências que nos acompanham toda uma vida.
Esta gruta faz parte da minha infância. Situa-se em plena Bagaira.
Nela me abriguei da chuva, do vento, da neve do rigoroso inverno... Refresquei-me do sol quente de verão.
Brinquei, ri, chorei, partilhei, descobri, escondi-me...
Este fim-de-semana apeteceu-me voltar la...
Revivi momentos únicos, especiais e ternurentos...
Locais que contam a nossa historia e fazem parte da nossa vida.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Fontes do Carril depois da merecida limpeza e recuperação







(Fotos Rabialba)

Se estas fontes falassem, não tenho duvidas que muito teriam para contar...

As alegrias das suas gentes e as tristezas de quem delas se socorria para matar a sede.

Histórias e estórias que nunca mais regressam!

A água , essa, continua fresca como sempre ouvi falar.

Destas fontes brotam gotas que contam o dia-a-dia de um povo.

Povo esse, que teima em continuar a caminhar...

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Sem TONI!

Dupla que ficará para sempre na memória.

sábado, 17 de julho de 2010

If you give up

Há momentos em que a vontade é mesmo desistir...

Ir e não voltar...

Partir sem olhar para trás...

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Porque a SAUDADE existE

"A primeira saudade é a de um bem-estar fulgurante e tranquilo, de uma sensação que inunda alma e corpo por dentro e que nos leva a sentir que nada está fora do seu lugar, que se está certo nesse lugar e certo na relação de um com o outro, que tudo é musical e luminoso, que a harmonia está numa compreensão íntima a vir de uma tensão permanente de ternura, inteligência, sensibilidade e desejo.

A segunda saudade é a de ver e ouvir, de perto, de se estar ao pé um do outro, de haver olhos que se olham, caras que se vêem, risos deslumbrados que se têm, palavras que se dizem ou é como se fossem ditas, gestos que se fazem ou apenas se esboçam, e de se sentir que nisso se é naturalmente intencional nos recados que se dão por cada um desses meios, como se é naturalmente capaz de adivinhar e de decifrar tudo o que se quer realmente dizer.

A terceira saudade é a que se liga aos momentos mais importantes que se vivem, passeios e paisagens, deambulações, pessoas que se passam a conhecer, coisas que se contam, confidências repentinamente tornadas necessárias, sonhos e palpites, expressões que se surpreendem, efeitos de luz, flores, ruídos do campo e do mar, músicas tantas vezes ouvidas quando se atravessa a noite, cores e sabores, emoções em que o íntimo e o de fora se combinam de um modo único e partilhado como não se pode acreditar que a mais ninguém tenha acontecido, em que o que já se passou continua a estar presente e é cada vez mais intenso e activo.

A quarta saudade é a do contacto da pele: mãos que se apertam e percorrem, afagos que se aventuram, bocas que se encontram, sensações que se sabem de cor e se querem inesgotáveis, corpos à beira de explodir ansiosos, tanta fome e tanta sede, liberdade e pudor, impaciência e timidez, contenção e promessa, tudo a renovar-se e a tornar-se ilimitado a cada momento, repassado de uma doçura que nenhumas palavras conseguem descrever.

A quinta saudade é a da vida prática do dia-a-dia, ideias e projectos, tentativas e certezas, coisas que têm conta, peso e medida, espessura, ritmo, existência concreta, efeitos reais, coisas que são vão criando porque se está a remar na mesma direcção e se tem a consciência disso, coisas que são reciprocamente induzidas e aperfeiçoadas, combinações de risco e de bom senso que se sente que resultam graças a esse empenhamento e a uma alegria da seriedade com que são postas em andamento.

A sexta saudade é a que faz com que um esteja sempre a falar com o outro e a fazer parte dele, a respirar nele e a existir nele, veia a veia, fibra a fibra, tecido a tecido, músculo a músculo, a ter de dizer-lhe sempre do seu amor das maneiras mais variadas e a propósito das situações mais diversas, com efeitos de luz e sombra, veemência e desvario, ansiedade e contentamento, sem nunca querer ou ser capaz de distinguir esse amor da própria vida e a só conseguir ser feliz assim.
A sétima saudade é a mistura transbordante de todas as anteriores, criando uma dimensão em que cada uma delas leva a todas as outras e recupera todas as outras, como se estivesse a olhar um caleidoscópio, ou como se estivesse dentro dele e se fosse parte activa desse universo de reflexos interactivos, de brilhos, jogos de espelhos, formas coloridas, tempos sempre em mutação, espirais alucinantes mas invariavelmente ancoradas no coração das coisas e no coração propriamente dito e uníssono: é uma saudade que funciona como uma espécie de cursor no tempo, deslizando para trás e para a frente, girando em todas as direcções, revivendo as anteriores, inventando as próximas, entrançando umas e outras, agarrando-se a esperanças, sobressaltando-se com acasos, e sofrendo, sofrendo, sofrendo, só de pensar que se pode estar a uma distância de dias ou de apenas umas horas. "
Vasco Graça Moura in "Meu amor, era de noite"

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Obrigada!

Les-me sempre os pensamentos,
Adivinhas o meu passo seguinte,
Antecipas as minhas decisões!
O vermelho e a cor do Amor.
O verde a cor da Esperança.
Porque tu és Amor,
Porque tu fazes renascer a Esperança
em cada raiar da madrugada...
Obrigada pelo presente...
Pela surpresa
E por fazeres parte da minha vida.
Contigo a vida faz todo o sentido.

sábado, 19 de junho de 2010

Saberei??


Sim, sei bem
Que nunca serei alguém.
Sei de sobra
Que nunca terei uma obra.
Sei, enfim,
Que nunca saberei de mim.
Sim, mas agora,
Enquanto dura esta hora,
Este luar, estes ramos,
Esta paz em que estamos,
Deixem-me crer
O que nunca poderei ser.
(Fernando Pessoa)

quinta-feira, 18 de março de 2010

Patetices!

Nostalgia do tempo em que ao fim-de-semana

acordava de madrugada para ver patetices!!!

terça-feira, 2 de março de 2010

Aquela Noite! Esta Noite!!...

Aquela noite...
Depois de dançarmos,
Terminado o café...
A neve chamou-nos!

Por momentos exitámos...
Mas ela foi mais forte.
Subimos a montanha,
Tivemos o frio como companhia.
E lá estava ela...
Branca,
Pura,
Fria...
SIM.
Foste testemunha!
A nossa única testemunha!
Nós e ela...
Porque tinha de ser ao frio!
Porque tinha de estar presente a neve!
Mas há lugares que nos marcam.
Lugares com história,
Com estórias!
E a nossa estória faz parte daquele lugar!

Noite mágica!
Lugar único!
Seres especiais!
Esta noite...
Recordo aquela noite.
Revivo cada momento,
Recordo cada segundo.
Não há neve,
Não há aquele lugar,
Não estás aqui...
Mas estás em mim.
És parte de mim,
A cada noite,
Em cada lugar.
Que nunca aquela noite se apague do nosso coração.
Mas que mais noites como esta ajude a recordar...
Porque nesta noite,
Porque em todas as noites,
Existe Aquela Noite.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Porque hoje é um dia especial!

Há locais que ficarão para sempre guardados na nossa memória e que marcam a nossa vida!
Tenho um gosto especial por castelos e o Castelo da Santa Maria Feira, é um castelo que guardo na lembrança por nele ter acontecido um dos momentos mais bonitos da minha vida!

Foi num dia 08 de Fevereiro, que o vi pela primeira vez!
Desde então passou a ser um dos locais que mais me marcou até ao dia de hoje!
Foi uma semana fantástica, juntos de pessoas especiais...
Junto de TI!
Porque há momentos que valem por uma vida!
Porque há pessoas que nos marcam para toda a vida!
Porque há lugares que nos deixam saudade!
Santa Maria da Feira até um dia.....