sábado, 20 de agosto de 2016

segunda-feira, 25 de julho de 2016

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Pelo Reino Maravilhoso...

(Fotos Rabialba)

(Fotos Rabialba)


(Fotos Rabialba)


(Fotos Rabialba)


terça-feira, 31 de maio de 2016

Á espera da Primavera


(Fotos Rabialba)


(Fotos Rabialba)


(Fotos Rabialba)


(Fotos Rabialba) 


(Fotos Rabialba)


(Fotos Rabialba)

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Santa Cruz - Senhor da Boa Morte 2016

(Fotos Rabialba)

(Fotos Rabialba)

(Fotos Rabialba)


quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

terça-feira, 21 de julho de 2015

Tradições de Inverno candidatadas a Património Imaterial da Humanidade

(Foto retirada da net)

Volvidos quase 10 anos, encontra-se em fase de preparação uma nova candidatura das tradições de Inverno a património imaterial da humanidade. A Brigantia sabe que já foram dados os primeiros passos nesse sentido e António Pinelo Tiza, presidente da Academia Ibérica da Máscara, avançou que está a ser preparada a inscrição no Registo Nacional do Património Imaterial das festividades de Inverno. Tiza tem dúvidas quanto à viabilidade de uma candidatura conjunta dos municípios do nordeste, embora considere que estes têm um papel fundamental neste processo, enquanto representantes do poder local. “São as câmaras que têm de tomar em mãos este trabalho, digo isto à falta de um organismo abrangente que pudesse fazê-lo. Esse organismo não existe, o que existia eram os governos civis, mas acabaram há quatro anos. O que temos é o poder central e o poder local e, não havendo um poder intermédio, terão de ser os municípios”, salienta. Após uma primeira candidatura ibérica de Bragança e Zamora, em 2006, que acabou por não vingar, os procedimentos mudaram e a candidatura a património imaterial da UNESCO passa hoje por um reconhecimento nacional prévio e, só depois desse passo, será possível uma candidatura a património da humanidade. Nesse sentido, “está já a ser desenvolvido um trabalho em conjunto com a Direcção Regional da Cultura do Norte e que vamos levar por diante”, sublinha o presidente da AIM. As tradições e festividades de inverno são uma realidade transversal ao distrito, contudo, com idiossincrasias muito próprias enraizadas em cada município e que diferem entre si. Consciente das diferenças, António Carneiro, do grupo de caretos de Podence, rejeita divisionismos, mas considera que uma candidatura desta tradição tem mais possibilidades de vingar sozinha do que englobada numa candidatura conjunta, alargada às outras tradições de inverno da região nordestina. “O grupo de caretos, com toda a modéstia, contribuiu para que outras tradições do distrito que estavam quase extintas dessem o salto e criassem novas dinâmicas”, refere. Apoiada pelo município de Macedo de Cavaleiros, que já considerou os caretos de Podence de “interesse municipal”, esta candidatura dará agora entrada no Registo Nacional do Património Imaterial de Portugal, o que significa que o distrito poderá vir a ter duas candidaturas a património imaterial da Unesco. Para o presidente da Câmara Municipal de Bragança, uma iniciativa isolada é um cenário que fará pouco sentido e sublinha que a possibilidade de uma candidatura conjunta se encontra em análise ao nível da comunidade intermunicipal de Terras de Trás-os-Montes. O autarca acredita numa candidatura que abranja as diferentes sensibilidades existentes e as especificidades culturais de cada terra. Os próximos tempos serão por isso decisivos no que diz respeito a uma candidatura alargada a património imaterial da humanidade das tradições de inverno do nordeste. 

Escrito por Brigantia. 

quarta-feira, 1 de abril de 2015

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

terça-feira, 23 de julho de 2013

MOGADOURO: ESPERADAS UMA CENTENA DE AERONAVES PARA O FESTIVAL RED BURROS FLY IN


O festival aéreo "Red Burros Fly-In" regressa aos céus de Mogadouro no próximo sábado, levando ao aeródromo municipal cerca de uma centenas de aeronaves, disse fonte autárquica ligada à organização do evento.
Para o vice-presidente da Câmara de Mogadouro, João Henriques, "este é já o maior festival do género que se realiza em Portugal" dado o número de aeronaves de vários modelos e de diversas nacionalidades que se juntam no Aeródromo Municipal de Mogadouro, bem como a quantidade de espectadores que geralmente aderem à iniciativa.
"Acreditamos que este ano o festival seja um sucesso. Estamos já com 70 aeronaves inscritas, número que ao longo da semana vai aumentar, uma vez que as inscrições continuam abertas ", acrescentou o autarca.
Entretanto, a Câmara de Mogadouro e o Centro Internacional de Voo à Vela vão promover a partir de hoje e até sábado a "Térmicas 2013", uma iniciativa aeronáutica que pretende juntar pilotos de voo planado de todo o país e, ao mesmo tempo, proporcionar batismos de voo para os apaixonados pelas máquinas voadoras.
"Este conjunto de iniciativas aeronáuticas que propomos é já um espetáculo ganho, que acaba por dinamizar o turismo regional", frisou o autarca.
O "Red Burros Fly In" é um festival aeronáutico que se realiza há quatro anos consecutivos no Aeródromo Municipal de Mogadouro (AMM) e que tem como pontos altos a exposição de vários modelos de aviões e planadores, além de batismos de voo.
"O nome colocado ao evento caiu bem na opinião pública", frisou João Henriques, explicando que "o ‘Red’ significa o sangue, alma e empenho dado ao festival" e que "a [outra] palavra faz jus a um animal que está na moda e sempre teve ligações à região [o burro]".
A organização espera cerca de uma centena de aeronaves - de Portugal, Espanha e França - e quer ainda ultrapassar a barreira dos 2.500 espetadores contabilizados em média nas três últimas edições.

Nomes de "topo da acrobacia aérea nacional vão marcar presença no ‘Red Burros', como é caso da Aerobatica, Citabria, Patrulha Fantasma, a Smoke Wings, com uma demonstração de voo de um autogiro que vem de cidade espanhola de Benavente, para além de uma formação que vai juntar mais de uma dúzia de aviões.


In RBA

segunda-feira, 8 de julho de 2013

quarta-feira, 3 de julho de 2013

MOGADOURO: EMPREENDEDOR REVOLUCIONA TÉCNICA DE PLANTIO NO PLANALTO MIRANDÊS



Um empreendedor de Mogadouro está a revolucionar o plantio de videiras, oliveiras ou outras árvores de fruto na região do Planalto Mirandês, para já com recurso a raios laser e, no futuro próximo, ao Sistema de Posicionamento Global (GPS).
Para efetuar este tipo de trabalho, o empresário Pedro Patrão, de 25 anos, utiliza uma máquina atrelada a um trator, à qual está acoplado um sistema laser que possibilita um alinhamento e uma disposição mais eficaz da planta no terreno, permitindo o seu tratamento e a colheita de forma mecanizada.
"Há um alinhamento das plantas feito com a distância exata acordada com o cliente, mediante o tipo de exploração", frisou.
Com esta técnica, o empreendedor garante conseguir plantar, em condições normais, cerca de 7.500 árvores por dia, uma situação que vai "otimizar recursos e, ao mesmo tempo, diminuir o tempo de plantio de vinhas ou olivais, potenciando assim uma maior rentabilidade económica para os produtores que se dedicam a agricultura intensiva".
Como o dinamismo empresarial e os desafios tecnológicos são uma constante na cabeça do jovem empresário, este prepara-se agora para comprar uma máquina que faz o plantio através de um sistema de GPS.
"Fiz um estudo que me permite adquirir uma nova máquina e iniciar plantações com recurso a alinhamento por GPS, o que vai duplicar a rentabilidade iniciada com a técnica laser", referiu Pedro Patrão.
A nova máquina deverá começar a operar na próxima campanha de plantações.
Segundo o empreendedor, há pouca gente a fazer este tipo de trabalho porque o investimento é grande, com o preço de uma máquina a atingir cerca de 80 mil euros.


In RBA

terça-feira, 25 de junho de 2013

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Autarquia projecta Museu Arqueológico

A Câmara de Mogadouro vai investir cerca de um milhão e trezentos mil euros na construção de um museu arqueológico.
O equipamento vai ficar instalado na zona histórica da vila, a partir de um conjunto de casas cedidas à autarquia.
O presidente da Câmara espera que o museu esteja a funcionar dentro de um ano e meio.
“Ainda estamos a ultimar o projecto do museu arqueológico municipal que tem estado sujeito a algumas adversidades pois o IPPAR recusou o primeiro que fizemos”, explica Moraes Machado, acrescentando que “a Direcção Regional da Cultura do Norte tomou conta do projecto e estamos a realizá-lo em parceria”. “Dentro de um ano e meio devemos ter um museu arqueológico totalmente integrado na zona histórica da vila”, avança o autarca.
Do espólio deste museu vão fazer parte as 40 peças arqueológicas que foram entregues na passada quarta-feira pela Direcção Regional da Cultura do Norte ao município resultantes de escavações desenvolvidas em Salgueiral. “As peças foram recuperadas e estavam armazenadas na Direcção Regional mas entendemos que é muito mais interessante passarem a fazer parte do espólio da câmara municipal e poderem ser expostas no futuro museu cujo projecto de arquitectura está a ser feito”, refere a directora regional, Paula Silva.

Além da entrega das peças, a Câmara de Mogadouro e a Direcção Regional da Cultura do Norte assinaram um protocolo de cooperação para desenvolver trabalhos de investigação científica nos locais arqueológicos de Pradinhos e Salgueiral, nos próximos dois anos.

In: Jornal Nordeste

Rampa Bragança 2013

Faz 35 anos!

O gato Garfield, preguiçoso, sarcástico, guloso, que adora dormir e comer lasanha e pizza, celebra esta quarta-feira 35 anos, desde que a primeira tira de banda desenhada foi publicada em 41 jornais norte-americanos.
A personagem foi criada por Jim Davis e em 2002 valeu-lhe um recorde do Guiness, por ser a banda desenhada mais publicada em jornais de todo o mundo, ultrapassando, na altura, as 2.500 publicações em simultâneo.
Jim Davis, de 67 anos, cresceu numa quinta no Indiana (EUA) rodeado de mais de 20 gatos, e desde cedo mostrou que tinha jeito para desenhar.
As primeiras tiras de BD que publicou, "Gnorm Gnat", baseavam-se em todo o tipo de insetos, mas não tiveram muito sucesso. Foi preciso recuar à infância, e aos tempos em que conviveu com tantos gatos em casa, para descobrir a fonte de inspiração que o tornou mundialmente conhecido.
Desenhou então um gato laranja, gordo e resmungão, que adora dormir, como personagem para histórias protagonizadas pelo dono, Jon Arbuckle, mas depressa Garfield ganhou protagonismo e passou a estrela das tiras diárias.
Batizado com um dos nomes do avô - James Garfield Davis - Garfield começou por aparecer em 41 jornais norte-americanos. Em 1982 eram mil jornais, incluindo já imprensa estrangeira, e em 1987 subiu para dois mil.
A par da banda desenhada, Jim Davis viu crescer todo um império em torno daquela personagem, facilmente de identificar e de compreender em diferentes línguas e culturas: Foram criadas séries televisivas, filmes, telefilmes, jogos de computador e dezenas de produtos com a marca do gato, como canecas, cartazes e peluches.

Garfield foi ainda usado em publicidade, associado a marcas como McDdonald's, American Express, Kellog's e Campbell's.

In: Jornal Noticias

Red Burros Fly-In - 2013


segunda-feira, 17 de junho de 2013

Mogadouro oferece flores para embelezar zona histórica da vila



Com a finalidade de dar "um ar mais colorido" ao centro histórico de Mogadouro, a autarquia transmontana está a distribuir 700 floreiras pelos respectivos moradores.
"As floreiras serão colocadas pelos moradores em janelas ou varandas, para assim tornar aquela área da vila mais colorida", disse à agência Lusa o vereador das obras públicas, António Pimentel.
Segundo o autarca, a iniciativa "está a ser bem recebida”, equacionando-se mesmo uma segunda fase de atribuição de floreiras, “caso as 700 unidades não cheguem para todos".
Entre flores e floreiras a autarquia investiu cerca de 10 mil euros.
A autarquia também já tinha financiado tinta branca para a pintura dos imóveis situados na zona histórica de vila, onde estão os principais monumentos locais como o castelo medieval, a igreja matriz, a igreja da Misericórdia.
A Câmara Municipal prepara ainda um projeto de dinamização comercial para as principais ruas e vielas daquela área onde, num passado recente, estiveram instalados pequenos negócios tradicionais como tabernas, pequenos comércios ou alguns artesãos.
A zona histórica tem perdido população por falta de atividade ou infraestruturas, pelo que a autarquia tenta agora "dar-lhe um outro ânimo", justifica o vereador.
A ideia central passa por “criar incentivos para que as pessoas recuperem as casas ali existentes e se dinamize uma zona da vila que se encontra algo despovoada, criando condições para a fixação da população", acrescentou António Pimentel.
Todo o projecto de requalificação e reabilitação do centro histórico da vila de Mogadouro importa em mais de quatro milhões de euros.


In: Noticias ao Minuto

quarta-feira, 17 de abril de 2013

sábado, 30 de março de 2013

Páscoa


Desejo a todos uma Páscoa muito Feliz!
Rabialba

quarta-feira, 27 de março de 2013

TDT não funciona em Mogadouro

Mais de 70 por cento da população do concelho de Mogadouro tem dificuldades em ver televisão.
O problema já se arrasta há cerca de um ano, altura em que o sinal deixou de ser analógico e a região passou a ser servida pela Televisão Digital Terrestre - a TDT. Horácio Sá, presidente da Associação Comercial, Industrial e Serviços de Mogadouro, que também é empresário do ramo dos electrodomésticos, diz que recebe queixas diárias da população.E a situação agrava-se com o mau tempo. 
Horário Sá garante que é o que tem acontecido estes dias.
A Câmara de Mogadouro já tentou resolver o problema, com a instalação de um posto emissor. Mas o projeto foi chumbado pela ANACOM.

In Rádio Brigantia

quinta-feira, 21 de março de 2013

Click II




(Fotos Rabialba)

terça-feira, 19 de março de 2013

Quatro localidades transmontanas na rede turística “Aldeias de Portugal”

Rio D`Onor
Quatro das mais típicas aldeias transmontanas foram incluídas na rede “Aldeias de Portugal”, um roteiro turístico que convida a desfrutar das tradições, gastronomia e cultura das zonas rurais.
Da oferta deste projeto constam agora a emblemática aldeia de Montesinho, em Bragança, coração do parque natural com o mesmo nome, e, também em Bragança, Rio D´Onor conhecida pelo comunitarismo e por um quotidiano partilhado entre portugueses e espanhóis.
Ambas fazem parte da chamada Terra Fria Transmontana, assim como as outras duas localidades que constam agora das “Aldeias de Portugal”: Picote, em Miranda do Douro, e São Joanico, em Vimioso.
A integração nesta rede turística teve o apoio da Corane, a Associação para o Desenvolvimento dos Concelhos da Raia Nordestina, que representa os municípios de Bragança, Miranda do Douro, Vimioso e Vinhais.
Dinamizar económica, social e culturalmente aldeias de norte a sul do país, que ofereçam um nível de serviços e capacidade de receber que dignifiquem o território rural, é o propósito deste projeto.

“Para integrar este projeto é necessário que as aldeias apresentem um bom estado de conservação, alguma tipicidade e um nível de serviços de apoio ao turismo razoável, como alojamento, restauração, lojas de venda de artesanato, entre outros serviços”, explicou Luísa Pires, coordenadora da Corane.

A integração nesta rede permite às aldeias e aos agentes económicos locais, beneficiarem de ações de promoção conjuntas, nomeadamente a participação em feiras de Turismo, a divulgação através de um portal na Internet, edição de livros, brochuras e diverso material promocional.
Entidades públicas ou privados que pretendam desenvolver projetos na área do turismo no espaço das localidades classificadas beneficiam de uma majoração nas candidaturas que possam efetuar a fundos comunitários.
A Corane está a desenvolver algumas iniciativas de promoção do projeto e ações de melhoria nas próprias aldeias, como um projeto de sinalização para identificar os equipamentos existentes, serviços, património, percursos pedestres e outros locais de interesse.
O objetivo principal do projeto é reforçar a oferta de produtos e serviços complementares, ligados a uma experiência turística em contacto com o mundo rural e conseguir atrair novos investidores que dinamizem e projetem as aldeias classificadas como uma mais-valia turística do território, segundo os promotores.


In: Jornal da Madeira

domingo, 17 de março de 2013

Click





(Fotos Rabialba)