(Fotos Rabialba)
Olhando sempre em frente! Desde o Vale Manuel, até à Praça, passando pela Fraga e terminando à Igreja!
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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Por aqui
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sábado, 11 de dezembro de 2010
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
domingo, 31 de outubro de 2010
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Valerá a pena...
Valerá a pena...Tentarmos parecer os melhores
Para depois só mostrarmos que não ninguém?!
Valerá a pena...
Rirmos para alguém,
Quando a vontade e nem sequer para ela olhar?!
Valerá a pena...
Querermos ser mais que os outros,
Quando na realidade somos todos iguais!
Não vale mesmo a pena...
Magoar,
Entristecer,
Ignorar...
A qualquer momento somos nos mesmos,
a sofrer na peles...
ou ate mesmo a sentirmos tudo isto em duplicado.
Nem todos ouvem a mesma música que nos,
Nem todos alinham nos mesmos ideais,
Muito poucos são aqueles que trilham o mesmo caminho!
Somos diferentes,
Porque não valorizar essa diferença em vez de critica-la?
Valerá a pena uma bússola??
Vou em direcção a norte...
terça-feira, 27 de julho de 2010
Vazio
quarta-feira, 21 de julho de 2010
domingo, 18 de julho de 2010
sábado, 17 de julho de 2010
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Porque a SAUDADE existE
"A primeira saudade é a de um bem-estar fulgurante e tranquilo, de uma sensação que inunda alma e corpo por dentro e que nos leva a sentir que nada está fora do seu lugar, que se está certo nesse lugar e certo na relação de um com o outro, que tudo é musical e luminoso, que a harmonia está numa compreensão íntima a vir de uma tensão permanente de ternura, inteligência, sensibilidade e desejo.
A segunda saudade é a de ver e ouvir, de perto, de se estar ao pé um do outro, de haver olhos que se olham, caras que se vêem, risos deslumbrados que se têm, palavras que se dizem ou é como se fossem ditas, gestos que se fazem ou apenas se esboçam, e de se sentir que nisso se é naturalmente intencional nos recados que se dão por cada um desses meios, como se é naturalmente capaz de adivinhar e de decifrar tudo o que se quer realmente dizer.
A terceira saudade é a que se liga aos momentos mais importantes que se vivem, passeios e paisagens, deambulações, pessoas que se passam a conhecer, coisas que se contam, confidências repentinamente tornadas necessárias, sonhos e palpites, expressões que se surpreendem, efeitos de luz, flores, ruídos do campo e do mar, músicas tantas vezes ouvidas quando se atravessa a noite, cores e sabores, emoções em que o íntimo e o de fora se combinam de um modo único e partilhado como não se pode acreditar que a mais ninguém tenha acontecido, em que o que já se passou continua a estar presente e é cada vez mais intenso e activo.
A quarta saudade é a do contacto da pele: mãos que se apertam e percorrem, afagos que se aventuram, bocas que se encontram, sensações que se sabem de cor e se querem inesgotáveis, corpos à beira de explodir ansiosos, tanta fome e tanta sede, liberdade e pudor, impaciência e timidez, contenção e promessa, tudo a renovar-se e a tornar-se ilimitado a cada momento, repassado de uma doçura que nenhumas palavras conseguem descrever.
A quinta saudade é a da vida prática do dia-a-dia, ideias e projectos, tentativas e certezas, coisas que têm conta, peso e medida, espessura, ritmo, existência concreta, efeitos reais, coisas que são vão criando porque se está a remar na mesma direcção e se tem a consciência disso, coisas que são reciprocamente induzidas e aperfeiçoadas, combinações de risco e de bom senso que se sente que resultam graças a esse empenhamento e a uma alegria da seriedade com que são postas em andamento.
A sexta saudade é a que faz com que um esteja sempre a falar com o outro e a fazer parte dele, a respirar nele e a existir nele, veia a veia, fibra a fibra, tecido a tecido, músculo a músculo, a ter de dizer-lhe sempre do seu amor das maneiras mais variadas e a propósito das situações mais diversas, com efeitos de luz e sombra, veemência e desvario, ansiedade e contentamento, sem nunca querer ou ser capaz de distinguir esse amor da própria vida e a só conseguir ser feliz assim.
A segunda saudade é a de ver e ouvir, de perto, de se estar ao pé um do outro, de haver olhos que se olham, caras que se vêem, risos deslumbrados que se têm, palavras que se dizem ou é como se fossem ditas, gestos que se fazem ou apenas se esboçam, e de se sentir que nisso se é naturalmente intencional nos recados que se dão por cada um desses meios, como se é naturalmente capaz de adivinhar e de decifrar tudo o que se quer realmente dizer.
A terceira saudade é a que se liga aos momentos mais importantes que se vivem, passeios e paisagens, deambulações, pessoas que se passam a conhecer, coisas que se contam, confidências repentinamente tornadas necessárias, sonhos e palpites, expressões que se surpreendem, efeitos de luz, flores, ruídos do campo e do mar, músicas tantas vezes ouvidas quando se atravessa a noite, cores e sabores, emoções em que o íntimo e o de fora se combinam de um modo único e partilhado como não se pode acreditar que a mais ninguém tenha acontecido, em que o que já se passou continua a estar presente e é cada vez mais intenso e activo.
A quarta saudade é a do contacto da pele: mãos que se apertam e percorrem, afagos que se aventuram, bocas que se encontram, sensações que se sabem de cor e se querem inesgotáveis, corpos à beira de explodir ansiosos, tanta fome e tanta sede, liberdade e pudor, impaciência e timidez, contenção e promessa, tudo a renovar-se e a tornar-se ilimitado a cada momento, repassado de uma doçura que nenhumas palavras conseguem descrever.
A quinta saudade é a da vida prática do dia-a-dia, ideias e projectos, tentativas e certezas, coisas que têm conta, peso e medida, espessura, ritmo, existência concreta, efeitos reais, coisas que são vão criando porque se está a remar na mesma direcção e se tem a consciência disso, coisas que são reciprocamente induzidas e aperfeiçoadas, combinações de risco e de bom senso que se sente que resultam graças a esse empenhamento e a uma alegria da seriedade com que são postas em andamento.
A sexta saudade é a que faz com que um esteja sempre a falar com o outro e a fazer parte dele, a respirar nele e a existir nele, veia a veia, fibra a fibra, tecido a tecido, músculo a músculo, a ter de dizer-lhe sempre do seu amor das maneiras mais variadas e a propósito das situações mais diversas, com efeitos de luz e sombra, veemência e desvario, ansiedade e contentamento, sem nunca querer ou ser capaz de distinguir esse amor da própria vida e a só conseguir ser feliz assim.
A sétima saudade é a mistura transbordante de todas as anteriores, criando uma dimensão em que cada uma delas leva a todas as outras e recupera todas as outras, como se estivesse a olhar um caleidoscópio, ou como se estivesse dentro dele e se fosse parte activa desse universo de reflexos interactivos, de brilhos, jogos de espelhos, formas coloridas, tempos sempre em mutação, espirais alucinantes mas invariavelmente ancoradas no coração das coisas e no coração propriamente dito e uníssono: é uma saudade que funciona como uma espécie de cursor no tempo, deslizando para trás e para a frente, girando em todas as direcções, revivendo as anteriores, inventando as próximas, entrançando umas e outras, agarrando-se a esperanças, sobressaltando-se com acasos, e sofrendo, sofrendo, sofrendo, só de pensar que se pode estar a uma distância de dias ou de apenas umas horas. "
Vasco Graça Moura in "Meu amor, era de noite"
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Com Poucas Sensações Fascinantes
á vida por seres quem és.
Só assim entraste desta forma especial."
Eu fico de frente pro espelho...
Olho, volto a olhar...
Vejo, volto a rever!
Quem sou eu afinal para ti?
Porque não entendo algumas das tuas atitudes?
Que pretendes de mim...
Sendo que num momento sou importante
e no momento seguinte,
já não sou ninguém?!
Há ocasiões em que as tuas palavras
são como os abraços...
E os teus abraços como fascínios!
Há instantes em que os gestos
são frios...
E o teu semblante sem vida!
Também nunca disse Adeus!
Mas a dor surge...
A tristeza invade...
A mágoa sufoca!
Há gestos que magoam.
O olhar que não perdoa.
A atitude que nos derrota.
O caminho segue...
Cabe-nos querer seguir
no mesmo sentido,
sob a mesma orientação.
Porque há pronuncias que deixam
SAUDADE!...
E o Norte é já Aqui.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Obrigada!
Les-me sempre os pensamentos, Adivinhas o meu passo seguinte,
Antecipas as minhas decisões!
O vermelho e a cor do Amor.
O verde a cor da Esperança.
Porque tu és Amor,
Porque tu fazes renascer a Esperança
em cada raiar da madrugada...
Obrigada pelo presente...
Pela surpresa
E por fazeres parte da minha vida.
Contigo a vida faz todo o sentido.
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São João!
Com enorme alegria
Ver o fogo de artificio
Naquela noite de folia.
Noite de São João
Noite de tanta brincadeira
No meio de tanta gente
Falto eu na ribeira.
Nesta noite de São João
Para muitos especial,
Para mim foi uma longa noite
Nunca terei outra igual.
No dia de São João
Vamos todos cantar,
Brincar com um balão
Até ele rebentar.
sábado, 19 de junho de 2010
Saberei??

Sim, sei bem
Que nunca serei alguém.
Sei de sobra
Que nunca terei uma obra.
Sei, enfim,
Que nunca saberei de mim.
Sim, mas agora,
Enquanto dura esta hora,
Este luar, estes ramos,
Esta paz em que estamos,
Deixem-me crer
O que nunca poderei ser.
(Fernando Pessoa)
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quinta-feira, 17 de junho de 2010
Nao me vejas...
como um ser amorfo.
Não me vejas...
...só quando te apetece,
ou quando te dá jeito.
Não faças fintas para me contornares.
Lá longe, bem lá no fundo,
vais cruzar-te comigo.
Terás de me olhar,
terei de te ceder passagem.
Nem por um momento que seja, vais ter de partilhar a tua vida com a minha!
Terás que me ver!
Não me vais querer ver...
Não me vais querer sentir.
Mas eu existo....
Tenho vida.
Sou vida!
Vou querer que me vejas.
Exactamente como SoU!
Sem efeitos especiais...
Apenas transparente como sempre fui.
Não me vejas... apenas.
OLHA-ME.
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quinta-feira, 10 de junho de 2010
Porque choras...
Olho para ti e vejo-te triste!
Caminho contigo e não me acompanhas.
Falo contigo e não me respondes!
Tento sentir o bater do CORAÇÃO,
Mas ele não bate.
Apenas sinto lágrimas...
Lamentos...
Suspiros!
Porque choras oh dia?
Andas distante.
Sozinho...
Partilha essa tristeza...
Liberta-te dessa dor,
Seca essas lágrimas.
Transforma esse cinzento em AZUL,
Em VERDE,
Ou AMARELO!
Não te afogues nessas lágrimas.
Nada para a margem,
Lá encontras um caminho,
Seco e florido á tua espera.
quinta-feira, 3 de junho de 2010
terça-feira, 25 de maio de 2010
Acordar...
Porque choves?
Porque choras?
Anuncias vida?
Ou será que trazes morte?...
Será essa simbiose em vida de morte?
Chove...
Sinto-te no corpo...
Entranhas-me a alma.
Fundeste com os sentimentos.
Arrepio-me!
Não sei se sinto frio,
Ou calor!
Apenas te sinto...
Me sinto!
Salpicas a terra
Como uma fina cortina húmida de cetim.
A chuva vai caindo,
O tempo vai passando...
A terra abraça a água.
A água entrega-se aos grãos da terra.
Continuo o meu caminho...
Tu guias-me a cada gota que deixas cair.
Chove tanto...
Que chova mais!
Mais que chuva...
Mais que vida,
Que chova o céu.
Porque choras?
Anuncias vida?
Ou será que trazes morte?...
Será essa simbiose em vida de morte?
Chove...
Sinto-te no corpo...
Entranhas-me a alma.
Fundeste com os sentimentos.
Arrepio-me!
Não sei se sinto frio,
Ou calor!
Apenas te sinto...
Me sinto!
Salpicas a terra
Como uma fina cortina húmida de cetim.
A chuva vai caindo,
O tempo vai passando...
A terra abraça a água.
A água entrega-se aos grãos da terra.
Continuo o meu caminho...
Tu guias-me a cada gota que deixas cair.
Chove tanto...
Que chova mais!
Mais que chuva...
Mais que vida,
Que chova o céu.
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segunda-feira, 24 de maio de 2010
segunda-feira, 3 de maio de 2010
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